É tudo em archotes [É tud’em archot’s] é o "dizer da Nazaré" divulgado nomês de Novembro. Esta é uma expressão que, simbolicamente, critica o exibicionismo individual. Refere-se a alguém que se gaba de ter muito e, no entanto, não tem nada. Provavelmente equivalente ao “depois de espremido, não sai nada”.
Manuel Coelho da Silva, Sinal à barca, s.d. MDJM inv. 26 pint.
Esta interpretação talvez esteja relacionada com o fulgor efémero da chama. Os archotes foram utilizados na pesca tradicional como sistema de iluminação e também foram usados para alumiar, durante a noite, o percurso das procissões, incidindo, sobretudo, nas pautas dos músicos da banda.
Fiquei muito agradada por ver um trabalho do meu pai que desconhecia, como devo desconhecer muitos mais...Sei que ele tinha uma ligação muito próxima com o Dr. Saavedra, que adquiriu muitos trabalhos. Tomo a liberdade de sugerir que o museu faça uma mostra dos trabalhos do meu pai que tem e que não estão expostos. tenho acerteza de que muita gente gostaria de os ver pela primeira vez ou rever... Falo em nome dos filhos e demais família. Obrigados pela atenção . maria cecília louraço da silva
Localizado no Sítio da Nazaré, o Museu Dr. Joaquim Manso - Museu da Nazaré é tutelado pela Direção-Regional de Cultura do Centro e visa representar a identidade histórico-cultural da região, com incidência na CULTURA DO MAR.
Os testemunhos milenares/históricos da presença humana nesta costa, a história da vila e o culto de Nossa Senhora da Nazaré, as embarcações e as artes de pesca, o trabalho e a festa e os seus trajes tradicionais, são temas que compõem o percurso expositivo incidente na identidade da região e a sua íntima relação com o mar. |
THIS MUSEUM opened to the public in 1976, in the summer house of the jornalist Joaquim Manso. It is localizated in Sítio, one of the ancient places of Nazaré | PORTUGAL. The ancient testimony of the human presence in this cost, the history of the village and the cult of the Our Lady of Nazaré, the Culture of the Sea and the fishing gear, the work and the festivals and the traditional costume, are themes that compose the expository route which shows the identity of the region and the closer relationship with the Sea.
"Mar à Pinoca"- Diz-se quando está mar bravo, com ondulação forte. Na Nazaré, a memória popular refere-se ao Pinoca, que terá morrido apanhado por uma dessas ondas.
Horário terça-feira a sexta-feira, 10h-12h30 e das 14h-17h30 Encerrado: fim-de-semana, segunda-feira, feriados
Duração média da visita 30 minutos
Acessibilidades Ascensor Autocarro Estacionamento próximo do Museu
Entrada A partir de 27 de outubro de 2015, entrada gratuita para todos os visitantes
Entrada livre (condições Museus DRCC) Domingos e feriados até às 14h Crianças até aos 12 anos Membros APOM, ICOM Investigadores, jornalistas e profissionais de turismo (em funções) Professores e alunos de qualquer grau de ensino, incluindo Universidades Sénior, em visitas de estudo Membros dos grupos de Amigos dos Museus
Visita guiada - 1 euro (consoante as condições de marcação prévia)
Fiquei muito agradada por ver um trabalho do meu pai que desconhecia, como devo desconhecer muitos mais...Sei que ele tinha uma ligação muito próxima com o Dr. Saavedra, que adquiriu muitos trabalhos.
ResponderEliminarTomo a liberdade de sugerir que o museu faça uma mostra dos trabalhos do meu pai que tem e que não estão expostos. tenho acerteza de que muita gente gostaria de os ver pela primeira vez ou rever... Falo em nome dos filhos e demais família.
Obrigados pela atenção .
maria cecília louraço da silva
Agradecia que enviasse o seu email para mdjm.directora@imc-ip.pt para podermos prestar mais esclarecimentos. Dóris Santos (Directora MDJM)
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