Exposição de Carnaval
“Haja Alegria a Rodos!” é o título da Exposição sobre o Carnaval da Nazaré que vai estar aberta ao público, de 26 de janeiro a 17 de fevereiro, no Centro Cultural da Nazaré (antiga lota).
Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal da Nazaré, onde o Museu Dr. Joaquim Manso colabora através do empréstimo de material diverso, como fotografia e documentação alusiva à tradição nazarena do Carnaval. À semelhança de anos anteriores, estará igualmente em exposição a nossa "Marchoteca", uma coletânea de letras de marchas de Carnaval, recolhidas pelo Museu ao longo dos anos.
Apelamos a todos os grupos para colaborarem neste intento de atualização da "Marchoteca", entregando as marchas deste ano através do e-mail mjmanso@drcc.pt , da nossa página do Facebook ou pessoalmente no Museu.
Visite a exposição "Haja Alegria a Rodo" (ler mais)!
Em destaque... em janeiro
A recente doação ao Museu Dr. Joaquim Manso da cédula do pescador António Maria Codinha (n. Nazaré, 1864), pela neta Maria de Lurdes Codinha dos Santos, motivou-nos a destacar, em janeiro, a Cédula de Inscrição Marítima, expondo algumas do nosso acervo e outras temporariamente cedidas por particulares.
Visite-nos ou saiba mais em Objeto do Mês de janeiro.
Novo Horário
A partir de 1 de janeiro de 2013, pode visitar o Museu Dr. Joaquim Manso mesmo durante a sua hora de almoço.
Numa medida comum a todos os museus tutelados pela Direção-Regional de Cultura do Centro, no seu horário de Inverno, o Museu da Nazaré passará a estar aberto ao público entre as 10h e as 17h30, sem interrupção.
No verão, o horário será alargado até às 19 horas.
Numa medida comum a todos os museus tutelados pela Direção-Regional de Cultura do Centro, no seu horário de Inverno, o Museu da Nazaré passará a estar aberto ao público entre as 10h e as 17h30, sem interrupção.
No verão, o horário será alargado até às 19 horas.
Voluntariado no Museu
Desde outubro, Nina Pavlosky está a fazer um programa de voluntariado no Museu Dr. Joaquim Manso, apoiando a tradução para inglês, nomeadamente das tabelas da exposição e de outros textos produzidos para o visitante.
Em breve, irá ainda colaborar na realização de visitas para o público imigrante.
Nina Pavlosky é natural da Rússsia, mas com nacionalidade britânica e reside há vários anos em Portugal, na região da Nazaré.
Seja também VOLUNTÁRIO no Museu Dr. Joaquim Manso, nas áreas do Serviço Educativo, do Inventário / Documentação e Biblioteca, da Comunicação / Produção de Eventos ou do apoio à Receção / Vigilância.
Contacte-nos: mdjm@imc-ip.tp ou telef. 262 562 802.
Tertúlia "Do mar para terra. Formas de comunicação"
No dia 15 de novembro, decorreu no
Museu Dr. Joaquim Manso a tertúlia “Do mar para terra. Formas decomunicação”, integrada nas comemorações do Dia Nacional do
Mar, celebrado a 16 de novembro.
A pintura de Coelho da Silva (1909-95), “Sinal à barca”, em destaque como “Objeto do mês de novembro”, assim como as fotografias da artista alemã CharlottePauly (1886 - 1981), serviram de pretexto para recuperar memórias sobre as formas ancestrais de comunicação entre os pescadores da Nazaré, bem como para divulgar as atuais tecnologias que favorecem uma maior segurança para quem está no mar, incluindo a prática subaquática.
Lourenço Gorricha, comandante da Capitania do Porto da Nazaré, traçou a evolução dos equipamentos de comunicação pela ação pioneira da Marinha, desde meados do século XIX, marcando a separação entre o período anterior e o posterior à radiocomunicação. No entanto, se hoje é muito mais seguro andar no mar, graças aos equipamentos eletrónicos e à estrutura global da comunicação por satélite, permanecem ainda formas tradicionais de comunicação, assim como os principios básicos do seu funcionamento.
António Peixe, natural da Nazaré e capitão da marinha mercante durante largos anos, apresentou alguns dos equipamentos de comunicação ao dispor das embarcações, desde a navegação costeira à de longo curso, necessários para o seu posicionamento e orientação, bem como para segurança e transmissão de informações diversas (bandeiras, grafia e heliografia, morse, comunicação por satélite, etc.). Com a progressiva substituição de equipamentos a favor da comunicação atual, foram também desaparecendo ocupações e profissões, como o chamado “pica-pica”.
Bruno Santos, instrutor de mergulho, falou sobre a necessidade de respeitar as normas, locais e internacionais, para a prática segura da modalidade e das estratégias comunicação entre os parceiros. Por fim, despertou a curiosidade dos presentes para as várias embarcações naufragadas ao largo de Peniche, nomeadamente, no conhecido “cemitério dos navios”.
Agostinho da Nascimenta (n. 1925) e Joaquim Estrelinha (n. 1934), trouxeram a sua larga experiência de pescadores, de uma época em que a orientação e a comunicação eram sobretudo intuitivas e através de métodos artesanais. A localização dos “pesqueiros” através dos enfiamentos com “sinais de terra”, a informação sobre a chegada das traineiras às “boias” através dos sinais luminosos dos fogachos e archotes, a prospeção sobre a profundidade do mar através de sondas artesanais, entre outros, foram recordados por estes dois antigos pescadores nazarenos, o primeiro proprietário da traineira “Sol Divino”, o segundo dos barcos do alto “Bela Alice” e “Fonte da Virgem”, depois de ter “andado ao bacalhau”. Ambos concluíram sobre uma infância e uma juventude de “crise e miséria”, de quem teve muitos irmãos, pouca escolaridade e foi colocado na pesca no início da adolescência; mas, é com gosto que falam de uma pesca que requeria vigilância permanente de toda a companha, do conhecimento do mar através de um saber que era passado dos pais para os filhos.
Do “muro dos sinais” existente no
Sítio já são poucas as memórias, uma vez que se destinava à
comunicação diurna com os “galeões”, que foram introduzidos na
Nazaré em 1901, mas que deixaram de existir a partir de finais dos
anos 1930. Nas palavras de José Soares, “não havendo telégrafo
e, muito menos, rádio, para se prover ao transporte de pescado com a
maior destreza, desenhou-se, no topo da falésia, sobre um muro
caiado de branco (…), as siglas dos diferentes galeões e,
junto de cada um desses sinais (era assim que eram
conhecidos), um sinaleiro ou acinador (acenador), que
era também o chamador da companha, servindo-se de um binóculo,
perscrutava o mar e vigiava atentamente os movimentos da lancha
respetiva. Se esta cercava, ele tapava o sinal com o gavão e assim
permanecia, aguardando o desenvolvimento do lanço. Se do galeão
acenavam com o pendão (um remo embandeirado com uma peça de
roupa, vibrado tantas vezes quantas as barcadas de sardinhas
previstas), ele fazia drapejar o seu gavão igual número de vezes,
retransmitindo assim as ordens dadas da embarcação”. As barcas
eram, então, mandadas entrar ao mar.
Recordaram-se as cores dos
vários barcos, alguns até revelando as opções políticas dos seus
proprietários, como o “Cerco Republicano”, pintado de branco e
encarnado e a bandeira portuguesa pintada no costado. Será
porventura deste galeão o sinal da bandeira que ainda se visualiza
no muro reproduzido na fotografia de Charlotte E. Pauly e nos seus
desenhos e pinturas; assim como a “tesoura” pertenceria ao
“Mar-em-Fora Velho” ou o óculo grande, encarnado e branco, ao
“Laranja Novo”.
A tarde terminou após uma conversa
animada em torno da identidade da Nazaré associada ao mar e das suas
potencialidades turísticas.
Exposição comemorativa do centenário do concelho
Está patente, no Centro Cultural da Nazaré, até dia 18 de dezembro, a exposição "Pederneira - Nazaré. 100 anos do Concelho. 1912-2012", comemorativa do centenário da designação de concelho da Nazaré.
O Museu Dr. Joaquim Manso colabora na sua organização, com a cedência de espólio e documentação variada, exemplificativa da realidade sócio-económica da época e das transformações urbanísticas e administrativas então ocorridas.
Ler mais em: http://www.cm-nazare.pt
Do mar para terra. Formas de comunicação
No Museu Dr. Joaquim Manso, as comemorações do Dia Nacional do Mar (celebrado a 16 novembro) têm início no dia 15 novembro, com a tertúlia “Do mar para terra. Formas de comunicação”, sobre as antigas técnicas de comunicação entre o mar e a terra, através de sinais visuais, acústicos e radiotelegráficos.
Os sistemas tradicionais (archote, fogacho e pinturas murais) utilizados pelos pescadores da Nazaré, hoje completamente substituídos por novas tecnologias, são trazidos ao presente pela voz dos antigos pescadores Agostinho da Nascimenta e Joaquim Estrelinha, que partilharão os seus saberes sobre processos ancestrais transmitidos oralmente de geração em geração, favorecendo o Museu o seu registo e memória.
À conversa estarão ainda António Peixe, docente de “Ciências do Mar - Ambiente e alterações climáticas” na Universidade Sénior da Nazaré; Bruno Santos, instrutor de mergulho; e Lourenço Gorricha, Comandante da Capitania do Porto da Nazaré.
Durante o mês de novembro, em exposição como “Objeto do Mês” (ler mais) estará a pintura naïf “Sinal à barca”, do nazareno Coelho da Silva (1909-1995), complementada com equipamentos de comunicação cedidos pela Capitania do Porto da Nazaré e fotografias de Charlotte E. Pauly (1886-1981), artista alemã que viveu na Nazaré no início dos anos 1930 e registou uma forma de comunicação para a pesca diurna através de sinais pintados.
Esta iniciativa tem a colaboração da Capitania do Porto da Nazaré, da Câmara Municipal da Nazaré e da Universidade Sénior da Nazaré.
Horário: 15 de novembro, 15 horas
Local: Museu Dr. Joaquim Manso
Nazaré em galeria de Berlim
Entre 26 de setembro e 4 de novembro, na Galeria Parterre, em Berlim, está patente ao público a exposição "Charlotte E. Pauly (1886-1981). Arbeiten auf Papier", onde figuram desenhos sobre a Nazaré realizados por esta artista alemã que aqui viveu nos anos 1930.
Recentemente, os familiares visitaram o Museu Dr. Joaquim Manso e, desde então, estamos a desenvolver uma colaboração para identificação de obras e documentação.
Uma visita a colocar na agenda a quem for a Berlim nos próximos tempos ou ler mais aqui: http://www.galerieparterre.de/ausstellung.php?id=13
Ler ainda Objeto do Mês de Novembro.
Jornadas: O Culto Mariano nos Coutos de Alcobaça
“O Futuro da Memória” foi o tema das Jornadas Europeias do Património
2012. No passado dia 29 de setembro, o Museu Dr. Joaquim Manso associou-se à
iniciativa do Mosteiro de
Santa Maria de Alcobaça, inserindo-se no programa “O Culto
Mariano nos Coutos de Alcobaça. Das origens ao Mosteiro de Santa Maria ”,
que contou também com a colaboração da Câmara Municipal de
Alcobaça e da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré.
Conforme a proposta deste programa conjunto, pretendia-se
uma identificação “com a memória presente
do culto de Maria, em terras de
Alcobaça e Nazaré , um culto que todos os dias se constrói na
incorporação da memória passada, identificando a futura”, partindo da premissa
que o culto mariano é marca identitária de Portugal.
A manhã foi ocupada com uma visita ao Mosteiro de Alcobaça , sob a
orientação da técnica superior Isabel Costeira. Para além de uma explanação sobre a dedicação
mariana dos mosteiros cistercienses, o grupo percorreu aquele espaço conventual
identificando as figurações associadas ao culto mariano, com destaque para as
imagens de Nossa Senhora do Castelo, Nossa Senhora do Claustro e Nossa Senhora
da Vitória, com passagem pelos “mistérios” representados no túmulo de Inês de
Castro, incluindo ainda a visita à capela da Nova Sacristia e à Capela de Nossa
Senhora do Desterro. Por fim, visitou-se a Igreja de Nossa Senhora da
Conceição.
À tarde, rumou-se ao concelho da Nazaré, para uma primeira
paragem na Igreja de Nossa Senhora das Areias, na Pederneira, em processo final
de restauro. A apresentação da mesma esteve a cargo de Júlio Almeida, da
Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, que de seguida encaminhou os
participantes para o local primeiro do dito milagre de Nossa Senhora da Nazaré,
no Sítio. Aqui, visitou-se a pequena Ermida da Memória e o Santuário, onde
permanece a culto a primitiva imagem, para além de outras representações pictóricas
e azulejares alusivas à história do milagre.
Enquanto lugar de memória deste culto e espaço de reflexão
sobre a sua influência e o caráter mais oficial ou popular das suas manifestações, no Museu Dr. Joaquim Manso, Dóris Santos apresentou parte da coleção de ex-votos, registos de santo, "lâminas", medalhas e outros
adereços, entre fotografias, pintura e escultura, bem como documentação
impressa associada ao tema. A pintura de Mário Botas, “O Milagre de Nossa
Senhora da Nazaré” (1981-82) centrou esta mostra, aportando a visão
contemporânea sobre a tradição iconográfica.
Ao fim da tarde, o percurso terminou no concelho de
Alcobaça, na praia de Paredes, cuja pequena capela de Nossa Senhora da Vitória é
motivo da organização anual de dois círios, um que parte da Nazaré
(quinta-feira de Ascensão), outro que parte de Pataias (15 de agosto, Nossa
Senhora da Assunção).
O antropólogo Alberto Guerreiro, técnico superior da Câmara Municipal de
Alcobaça, foi contribuindo com a reflexão sobre a interligação entre a
manifestação popular (profana) e a afirmação litúrgica (sagrada) do culto
mariano nos antigos coutos de Alcobaça, terminando com a alusão aos contornos
da sua permanência actual, na esteira de uma memória multissecular e
transversal à divisão territorial.
Jornadas Europeias do Património "O Futuro da Memória"
A 28, 29 e
30 de setembro, realiza-se mais uma edição das Jornadas Europeias do Património, uma iniciativa
anual do Conselho da Europa e da União Europeia, envolvendo cerca de 50 países,
que tem por objetivo a sensibilização dos cidadãos para a importância da
salvaguarda do Património. A Direção-Geral do Património Cultural, entidade
responsável pela coordenação do evento a nível nacional, propõe para este ano o tema “O Futuro da Memória.
O Museu Dr.
Joaquim Manso associou-se à
programação do Mosteiro
de Alcobaça , integrando a visita temática “O Culto Mariano
nos Coutos de Alcobaça – das origens ao Mosteiro de Santa Maria ”.
A visita será feita em autocarro, com paragem pela manhã no Mosteiro de Alcobaça e, pela tarde, na Pederneira, Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, Museu Dr. Joaquim Manso e
Paredes da Vitória.
Esta é uma
organização do Mosteiro
de Alcobaça , com a colaboração da Câmara Municipal de
Alcobaça, Museu Dr. Joaquim Manso e
Confraria de Nossa Senhora da Nazaré.
Inscrições
no Mosteiro de
Alcobaça até dia 25 de setembro, através do telef. 262 505 120 ou do email mosteiro.alcobaca@igespar.pt
Mais informação sobre as jornadas em http://www.igespar.pt/
Mais informação sobre as jornadas em http://www.igespar.pt/
Conheça também o nosso objeto do mês "O Milagre de Nossa Senhora da Nazaré", de Mário Botas.
À Hora do Banho. Álvaro Laborinho
Esta exposição corresponde a uma pequena seleção do espólio fotográfico de Álvaro Laborinho (1879-1970), pertencente ao Museu Dr. Joaquim Manso, localizado no Sítio da Nazaré. Resulta de uma parceria entre este museu e a “Cenas & Livros”, com o intuito de divulgar o acervo daquele fotógrafo, nem sempre exposto ou totalmente visível.
Álvaro Laborinho nasceu na Nazaré, filho de pescadores. Tinha uma loja de fazendas e atoalhados na Praça Sousa Oliveira. Mas, entre os seus múltiplos interesses, foi à fotografia que mais se dedicou. Através da sua câmara surge o registo completo da Nazaré da primeira metade do século XX, num documento histórico e etnográfico essencial para reconstruir o passado desta comunidade marítima ou para entender a produção de uma determinada imagem sobre a mesma.
A “praia de banhos” foi sistematicamente captada pelo olhar do autor, que conferiu o título de “(H)á hora do banho”, à maioria dessas fotografias.
Na primeira metade do século XX, prescrições médicas e novos conceitos de saúde e lazer trazem à Nazaré cada vez mais veraneantes, oriundos sobretudo do Ribatejo. “Vir a banhos” obedecia a um ritual de convívio anual, que estabelecia horários matinais para o banho de mar, tomado com a ajuda do “banheiro”. Aqueles que não se aventuravam nas ondas, assistiam “à hora do banho” sentados junto às barracas ou aproveitavam o tempo para um passeio até às “Pedras”.
Através das fotografias de Laborinho, assistimos à evolução da organização da praia, em áreas para barracas de banho e toldos (de sol e geral), que ocupam cada vez mais espaço em detrimento dos pescadores e embarcações, arrastadas para Sul. “Senhoritos” e “palecos” distribuem-se por zonas diferentes do areal, mas confundem-se lado a lado no momento de assistir “à hora do banho”. Os vestidos compridos vão dando lugar a fatos de banho mais decotados. Para além do banho, o tempo de permanência na praia vai aumentando e vão-se diversificando as ocupações de lazer.
A animação estendia-se entre julho e setembro, com um momento de grande afluxo durante as Festas em Honra de Nossa Senhora da Nazaré, ou até mesmo outubro, depois das vindimas.
Visite-nos e visite a exposição na livraria Cenas & Livros!
Umas ótimas férias nesta centenária “Nazaré Praia de Banhos”!
Memórias e perspetivas do mar da NAZARÉ
Numa pequena exposição, apresentam-se lado a lado tempos diferentes da Nazaré, documentada por duas gerações de fotógrafos.
ÁLVARO LABORINHO (1879-1970), a preto e branco, retrata as atividades da pesca, os enquadramentos urbanos e a praia de banhos do princípio do século XX...
Em contraponto, as imagens de uma Nazaré atual, cheia de cor, ainda que enraizada numa forte tradição piscatória e balnear, são-nos trazidas através da lente do finlandês ANTTI OLAVI SARKILHATI e da alemã GISELA BARG, residentes na Nazaré e autores de vários álbuns de fotografia (mais informação).
Esta exposição tem a colaboração do Agrupamento de Escolas da Nazaré, na sequência de uma parceria na Semana Cultural de abril de 2012.
Calendarização: 1 agosto a 2 setembro
Local: Museu Dr. Joaquim Manso
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